Dinheiro traz felicidade

Julho 15, 2008

Um comercial bem bacana e pouco usual. É um comercial de banco, mas foge a regra reral. 10 em 10 comerciais de banco são sempre a mesma chatice sizuda.

Esse aqui é simpático e bem humorado. O personagem é carismático e a empatia é imediata. Além disso, quem nunca se sentiu um homem-cactus alguma vez na vida? Hein?

Assista:

Meigo, pra fazer mulher de TPM chorar. : )

Vocês lembram do malucão da Blendtec? Que enfia absolutamente tudo dentro do seu liquidificador que provavelmente é movido a energia nuclear? (Já que não existe nada no mundo que ele nao consiga liquefazer…)

Pois é, tá aí um vídeo supimpa de um garboso Iphone 3G virando pó. Gozei na calça, só de ver.

Assiste:

Olha, eu não tenho quase nada contra a Apple. Eu tenho é muita coisa contra os applemaníacos que são um bando de retardados, chatos, bitolados e uns puta de uns “baba ovo” do cara de fuinha Steve Jobs.

Até hoje eu não conheci um cara realmente cool que tivesse um Iphone. Ops, conheço um. O Vini.

Foi mal Vini! O Vini é cool, ele PODE ter um Iphone. Ele pode por que ele toca guitarra (na verdade, ele tem uma coleção de guitarras), ele toca teclado, ele tem um cachorro com o nome do namorado da Pamela Anderson, ele vai pro México de tempos em tempos encher a cara de tequila e ouvir o David Le Roth. Fora outro monte de coisas que fazem dele um cara cool. Aliás, dia desses vi um poster num shopping com uma modelo e era a cara da Renata, namorada do Vini. O cara inclusive namora uma guria, gente fina pra caramba, que parece modelo. Cool!

A questão é que na maioria das vezes eu vejo o Iphone na mão de idiotas engravatados. Aqueles típicos tontos de marketing ou publicidade que tem a inteligência de uma ameba e não conseguem sustentar um raciocínio por mais de dez minutos sem colocar algum chavão ou frase feita no meio da história. Esses mesmos. O Iphone é figurinha fácil na mão desses sujeitinhos burros e pedantes que vão dos 20 e poucos aos 50 e tantos anos. Típicos ratos corporativos.

Tu sai na rua e é fácil ver um desses “Iphone guys”.

Até aos finais de semana onde, geralmente, a namorada do imbecil esta num canto com cara de windows XP (feia) enquanto o senhor “olha meu brinquedinho novo” ( trajando uma camisa polo de gosto duvidoso, bermuda de sarja e aqueles terríveis sapatinhos com franjinha ou papete) está lá no outro canto arrastando seus dedos gordos pela tela touch screen do aparelhinho que todo mundo quer ter. Enquanto a guria, geralmente gostosa (já que esses abortos tem grana e cargos com nomes dificeis e, portanto, atraem mulheres bonitas) fica chupando o dedo num canto.

Meu filho… larga essa merda e vá trepar, pelo amor de Deus.

Os atores/cantores que participam da mais bizarra empreitada operística nessa terra até os dias de hoje devem ouvir isso o tempo todo. O único problema é que, para cantar, tem de abrir a goela.

O que estou falando, meus caros, é que o clássico filme B A Mosca (The Fly) acaba de ganhar sua versão em ópera (?!). Isso mesmo, você não bebeu demais e nem inalou o desorante depois do banho. É a mais pura, nua e crua verdade.

Vai saber o que passa na mente do maluco que inventou essa. A peça está em cartaz em Paris, para o desespero dos inimigos do banho e pais do perfume. (Gente perfumada não junta mosca?). É ver pra crer.

Dá uma olhada no site da empreitada e tire suas conclusões.

Mas, se você não viu o filme e curte um quase trash bem bacana, deixa de ser moscão e dá um pulo na locadora. É ruim, porém honesto. Portanto, é bão. Tem até uma sequência pra lá de bagaceira, A Mosca 2. Esse não dá pra engolir, nem de boca aberta.

O trailer da mosca (o primeiro):

O diretor da ópera falando sobre suas moscas:

Max Payne, o filme

Julho 15, 2008

Eis que mais um game vai parar na tela grande. Dessa vez, quem vira personagem de carne e osso é o durão Max Payne, o policial amargurado que tem de lutar contra uma cidade inteira pra vingar sua família que foi brutalmente assassinada em uma trama que envolve gangues barra pesada e até algumas passagens de oculstimo e seitas misteriosas. Ta aí um dos poucos jogos que me fez varar algumas noites. Recebeu nota 9.2 do Gamespot.com e também o selo Editors’ Choice. É um bom jogo de fato. Um pouco dramático demais, mas super bacana mesmo assim.

Celebrizou-se por ser o primeiro game a colocar nas mãos (ou teclado, ou joystick) dos jogadores o incrível poder de desviar de balas exatamente como Neo fazia no filme Matrix. Uma verdadeira febre que acabou virando clichê, lugar comum e até piada.

Diz a lenda que tal recurso, conhecido como bullet time, foi parar em Max Payne por acaso já que a Remedy Entertainment estava supostamente trabalhando em um projeto de jogo de Matrix, o qual acabou sendo abandonado. Mas como disse, isso é uma lenda que corre por aí. Não posso afirmar com convicção.

Alias, o jogo tem um quê de John Woo pra quem gosta do estilo.

Mas… nem tudo são flores (ou balas). Saiu o trailer do filme. Max Payne é vivido por Mark Wahlberg, sujeitinho que faz muita gente torcer o nariz por aí duvidando de suas qualidades como ator. O trailer, pelo que dá pra perceber, mostra que o filme não tem muita coisa em comum com o enredo do game.

Sinceramente, tenho minhas dúvidas sobre os méritos do filme mas, na dúvida, fique com o jogo. Se ainda não conhece e não jogou vai com fé que é fino.

O trailer do filme:

O trailer do jogo (feito por um fã, bem legalzinho):

Fuçando por aí descobri que existem uns malucos fazendo um fime independente também com o Senhor Payne. Dá uma olhada no site.

O trailer do independente:

E só pra avisar, existe um Max Payne 2 (o jogo) que está aqui lacradinho na prateleira por pura falta de tempo…

Aliás… fuçando nas entranhas da web achei este trailer aí embaixo que tem muito, mas muito mais a ver com o jogo, sem contar que o cara que supostamente é o Max Payne é perfeito para o papel. Ninguém menos que o fodão (eu já falei que esse cara é fodão?) Michael Madsen.