Caminhos que se cruzam
Junho 25, 2008
Dia desses recebi um e-mail do Cris. Cris, até algum tempo atrás, era um molequinho da turma da rua que eu já não conhecia tão bem quanto antes. Com o tempo começamos a conversar pela internet. O moleque virou roqueiro, “alternativo”, seguiu a religiosa tradição da molecada da gloriosa Vila Nova, de Santiago.
Papo vai e papo vem e o guri queria fazer um fanzine. Um fanzine de metal, coisa buena. Topei. Falei “me manda os textos que eu monto pra ti”. Dito e feito e nessa história toda viramos amigos. Papos na net e tal. Até que na minha última ida a Santi City consegui falar pessoalmente. O cara foi meu parceiro nas noites insólitas santiaguenses. E o mais bacana é que, com ele, conheci toda uma nova geração de jovens santiaguenses. Só gente do bem.
E é engraçado como velhas e novas histórias se cruzam quando a gente menos espera. Um dos meus irmãos que só falta ser de sangue foi até Santiago dar uma palhinha e topou com o Cris por lá. Os dois conversaram e tinham uma coisa em comum. A minha amizade.
Porra, fiquei lisonjeado. Quem imaginaria que um ser infernal como eu teria esse poder de persuasão de aproximar duas gerações que pareciam tão distantes. Pois é. Sem querer acabo fazendo o bem as vezes.
Cris me mandou a foto do encontro (ali em cima). A única coisa que eu queria era estar ali, na mesma foto, no meio dos dois.
Um brinde a amizade.
